Twitter Bootstrap e ASP.NET MVC (Rapidinha II)

Olá a todos! Mais uma dica rápida na área.

Instalando

Para ter rapidamente o Twitter Bootstrap a sua disposição num projeto ASP.NET MVC não é necessário entrar no site e baixar seus arquivos, nem se preocupar em distribuir os .css e .js pelas pastas corretas.

Basta utilizar o Nuget! Basta ter um projeto criado e aberto e o Packet Manager Console. Caso não tenha o Packet Manager Console ativado no seu visual studio, basta seguir a screenshot abaixo:

Com ele ativo, basta digitar as palavras mágicas:

install-package Twitter.Bootstrap

Tchadã. JQuery atualizado e bootstrap inserido no projeto!

Usando

Basta incluir nos bundles (App_Start/BundleConfig.cs):

            bundles.Add(new ScriptBundle(“~/bundles/bootstrap”)
.Include(
“~/Scripts/bootstrap.js”
)
);

bundles.Add(new StyleBundle(“~/Content/bootstrap”)
.Include(
“~/Content/bootstrap.css”,
“~/Content/bootstrap-responsive.css”
)
);

E claro, adicionar a chamada desses bundles na página que deseja utilizar. Como eu estou utilizando o _Layout.cshtml (“página mestre”), vou adicionar lá, para sempre ter o bootstrap disponível.

Coloque no head:

@Styles.Render(“~/Content/bootstrap”)

Coloque após a chamada para o JQuery (antes de fechar o </body>):

@Scripts.Render(“~/bundles/bootstrap”)

Tchans! Você já pode usar todo o conforto do Twitter Boostrap.

Referências

All hail the might Google.

Dot Net Curry.

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Sobre FrameWorks e Bibliotecas

Se eu fizer tudo isso na mão, vou aprender muito mais!

Background do papo

Fala galera! Ando pouco ativo no blog esses meses. Mas tenho justificativas (como sempre). Nas férias, mais trabalhei do que qualquer outra coisa e nas voltas as aulas, estou sendo introduzido ao mundo da administração.

Conversando com novos colegas de faculdade do primeiro ano, começamos a debater o uso de FrameWorks e bibliotecas, como o ASP.NET e JQuery, respectivamente.

Eu defendo fortemente a utilização dessas ferramentas. Pensei que num curso de bacharelado em sistemas de informação a opinião seria a mesma. Ledo engano.

“JQuery? Notepad e eu contra o mundo!”

Dois companheiros defenderam de forma explosiva, até agressiva, a não utilização de “nenhum código extra ou função, fora o que é da própria linguagem” (sic). As justificativas baseiam-se no aprendizado que temos ao codificar as funções e aprendemos os traquejos de cada pequena necessidade.

Eles tem um ponto importante. Para aprender a linguagem, nada melhor do que passar por dificuldades técnicas. Fiquei ‘aquecido’ com javascript quando criei minha verificação de quantidade de caracteres em textarea.

Por outro lado, se eu tivesse usado a cabeça e utilizado o Spry da Adobe, teria uma solução sexy e pronta, apenas precisando configurar. Eu inventei a roda de novo.

Não sou pago pra aprender a linguagem, sou pago pra resolver problemas

Meu mundinho real

Apesar de encarar frameworks e bibliotecas como pequenos apetrechos que me permitem finalizar um sistema maior, aceito o fato de que usar um DatePicker do Jquery UI vai me “cegar” de alguns pontos da programação. Igualmente faz o .net.

A grande questão é: Não sou pago pra aprender a programar. Por mais rápido que seja fazer algo “na unha”, se não tiver um excelente motivo, é perda de tempo técnico. O sistema como um todo aceita componentes de terceiros para compor a obra. Isso gera padrão, agiliza o desenvolvimento.

Se eu me importar com todos os detalhes de todos os processos, fica faltando a visão geral, o resultado final.

Conclusão pessoal:

Não importa se você adota códigos “externos” ou resolve tudo “em casa”, você terá seus prós e contras. Na internet já existe material o bastante para se discutir até o apocalipse.

Diego Doná prefere utilizar uma biblioteca/framework auxiliar em seu desenvolvimento, quando oportuno, mas se algum dia for necessário fazer tudo na unha… Bom, o mundo é um lugar estranho, às vezes.