Sobre FrameWorks e Bibliotecas

Se eu fizer tudo isso na mão, vou aprender muito mais!

Background do papo

Fala galera! Ando pouco ativo no blog esses meses. Mas tenho justificativas (como sempre). Nas férias, mais trabalhei do que qualquer outra coisa e nas voltas as aulas, estou sendo introduzido ao mundo da administração.

Conversando com novos colegas de faculdade do primeiro ano, começamos a debater o uso de FrameWorks e bibliotecas, como o ASP.NET e JQuery, respectivamente.

Eu defendo fortemente a utilização dessas ferramentas. Pensei que num curso de bacharelado em sistemas de informação a opinião seria a mesma. Ledo engano.

“JQuery? Notepad e eu contra o mundo!”

Dois companheiros defenderam de forma explosiva, até agressiva, a não utilização de “nenhum código extra ou função, fora o que é da própria linguagem” (sic). As justificativas baseiam-se no aprendizado que temos ao codificar as funções e aprendemos os traquejos de cada pequena necessidade.

Eles tem um ponto importante. Para aprender a linguagem, nada melhor do que passar por dificuldades técnicas. Fiquei ‘aquecido’ com javascript quando criei minha verificação de quantidade de caracteres em textarea.

Por outro lado, se eu tivesse usado a cabeça e utilizado o Spry da Adobe, teria uma solução sexy e pronta, apenas precisando configurar. Eu inventei a roda de novo.

Não sou pago pra aprender a linguagem, sou pago pra resolver problemas

Meu mundinho real

Apesar de encarar frameworks e bibliotecas como pequenos apetrechos que me permitem finalizar um sistema maior, aceito o fato de que usar um DatePicker do Jquery UI vai me “cegar” de alguns pontos da programação. Igualmente faz o .net.

A grande questão é: Não sou pago pra aprender a programar. Por mais rápido que seja fazer algo “na unha”, se não tiver um excelente motivo, é perda de tempo técnico. O sistema como um todo aceita componentes de terceiros para compor a obra. Isso gera padrão, agiliza o desenvolvimento.

Se eu me importar com todos os detalhes de todos os processos, fica faltando a visão geral, o resultado final.

Conclusão pessoal:

Não importa se você adota códigos “externos” ou resolve tudo “em casa”, você terá seus prós e contras. Na internet já existe material o bastante para se discutir até o apocalipse.

Diego Doná prefere utilizar uma biblioteca/framework auxiliar em seu desenvolvimento, quando oportuno, mas se algum dia for necessário fazer tudo na unha… Bom, o mundo é um lugar estranho, às vezes.

Anúncios

dot net é muito fácil?

Tirei essa madrugada para “filosofar” e tentar relaxar a mente, que está a mais de mil por hora devido ao trabalho e a faculdade. As coisas estão começando a ficar insanamente difíceis de todos os lados, mas acredito que é mais uma fase de adaptação em minha vida.

Em meio aos pensamentos, entrei no twitter pra ver os devaneios da galera. Brinco aqui, brinco ali, jogo CODE na busca e os links começam a surgir.

Inclusive esse aqui, pra você continuar lendo o post.

Atualize-se, por favor!

Estamos vendo o IE 6 ir para o buraco. Péssimo navegador, causou dores de cabeça o bastante. Descanse em paz, maldito.

Foi uma guerra longa e ainda não está vencida por completo. Na Coréia do Sul, por exemplo, matar o IE 6 está fora de cogitação. Sem ir muito longe, as próprias empresas brasileiras o usam.

grafico_navegadores

A tendência é diminuir muito. Geralmente as pessoas usam o que vem no SO. No XP, que ainda domina o mercado, vem o 6. Do Vista para o Seven, vem a versão 7 e 8, respectivamente.

Ops, “vem” né. Lembra da treta dos navegadores?

Enfim, novos SO’s, novas tecnologias “de brinde”. Resolve automaticamente a dependência do IE 6.

Mas os problemas vão continuar com outras tecnologias.

De hardware e software

Hoje mesmo a última versão do Office é a 2010. Ok, acabou de sair do forno, poucos o tem. Porém, eu mesmo tenho sérios problemas na faculdade.

Utilizo o Office 2007 e meus colegas de sala, em geral, dependem do Office XP e 2003. Não é tão importuno quanto um navegador que, literalmente, pratica atos sexuais de forma rude com o layout, entretanto, destrói algumas formatações e efeitos que só existem no 2007.

As máquinas da faculdade então, são de complicar. Tem uma sala com máquinas turbinadas, médias e muito ruins. Outro dia precisei rodar um vídeo Full HD numa e ela simplesmente reiniciou.

Atualização é um sério – e caro – problema. Os softwares atuais rodam bem com dois núcleos, mas o hardware, em sua maioria, ainda está na geração P4.

Profissionais da TI vão tentar amenizar os problemas, mas às vezes simplesmente não dá. Vencer o gosto pessoal não é possível, só se você tiver O PODER (poder dar ordens e fazê-las serem obedecidas).

Previsões?

Pessoalmente, acho que daqui àlguns anos teremos uma nova campanha contra um software morimbundo. Tal qual eu batalho contra o TurboCompiler na faculdade.

Tal qual um dia batalharam Dos contra janelas.

Hoje a escolha é clara. Opção A B né?!

Cya =D

(via Windows Live Writer!)

Bug secreto na busca binária

“Busca binária é um algoritmo notoriamente difícil de programar corretamente. Somente dezessete anos depois da invenção do algoritmo a primeira versão correta do programa foi publicada!”

Fonte.

Começo com essa citação pois fiquei assustado ao tomar conhecimento dela. Dezessete anos, para a computação isso é muito tempo para algo ficar “funcionando errado”. Não imagino que as funções tivessem erros óbvios. Provavelmente funcionavam com uma quantidade N de números em Y condições, mas em algum momento (talvez raro) quebrassem.

Vai dar merda, capitão… Clique e leia mais!

Google bombando nos updates

Depois de aprovar o Caffeine, a Google já me vem com um Lock SafeSearch. E isso só citando o que eu fiquei sabendo e me chamou a atenção. Podemos citar também a diminuição de preços de seu “Cloud Computing”, a compra da Gizmo5 e o Dashboard.

Impressão minha ou a gigante de mountain view está trabalhando com o turbo ligado? Para os fiéis seguidores (eu o/) é uma boa. Cada vez serviços melhores e um leque ainda maior de opções.

Por outro lado, começo a pensar que daqui a algum tempo a Google terá controle sob todas as áreas ligadas a tecnologia. No momento não consigo ver nenhuma outra empresa se desenvolvendo tanto em diferentes segmentos, criando serviços novos com tamanha velocidade.

A Microsoft é poderosa, mas se os dados da sorte estiverem a favor da Google, espero que o slogan de “Don’t be evil” continue de pé.

Mate a vontade de mexer com o Google Wave

Muitas pessoas estão correndo atrás do seu convite para o Google Wave.

Sinceramente tônemae, deixa a multidão correr na frente pra testar o serviço (bugado) que depois eu entro nele com calma. Claro que se pular um convite na minha frente eu pego :D (como aconteceu com o Gmail, que simplesmente deu um link para me cadastrar, quando ainda era reestrito, ao acessar a página de buscas).

Um redator do Meio Bit já jogou o serviço pro céu e pro inferno. Enquanto eu não ver com meus próprios olhos, continuo achando que é uma coisa boa que só necessita de adaptação.

Mas enfim, acessando o twitter hoje, vi que um dos tópicos “quentes” era o wave. Cliquei para ver os “tuítes” e um usuário mostrou o pygowave, um serviço implementado com Django (um framework de Python) que utiliza o mesmo conceito base das ondas.

Vamos explicar a existência disso, simplesmente traduzindo um texto do Wavety:

The Google Wave is built as open system and there is the Google Wave Federation Protocol. It means “…anyone can build a wave server and interoperate, much like anyone can run their own SMTP server…”.

“O Google Wave é implementado como um sistema aberto e existe o Google Wave Protocolo de Federeção. Isso significa: “…qualquer um pode construir um servidor wave e interoperar, como qualquer um pode rodar seu próprio servidor SMTP”

Pelo que entendi, podemos ter interação do Wave da google com outros serviços customizados!

O pygowave está ai, é free e parece interessante. Já fiz meu cadastro e pretendo brincar um pouco nele.

Espero que ajude a mantar as “NUMBRIGAS” de vontade de alguns ;)

Cya!